Esta manhã, às nove horas, um carro bomba explodiu em uma estrada de Madrid. Em frente à construtora ferrovial Agróman, na Rua Ribera del Loira de Madrid, no Campo de las Naciones.
Suspeita-se que o ETA – grupo que pratica o terrorismo como meio de alcançar a independência da região do País Basco - seja o responsável pelo atentado, uma vez que a ligação de aviso para os Bombeiros espanhóis foi em nome do grupo. Por meio de uma luta considerada política e militar a organização reivindica a zona do noroeste da Espanha e do sudeste da França.
A ETA foi criada em 1959, originou do Partido Nacionalista Basco, partido político fundado em 1985. Segundo o site do jornal espanhol El Mundo (www.elmundo.es), é o primeiro atentado do ETA desde o dia 30 de dezembro de 2006, quando no aeroporto de Barajas, em Madrid, uma carro que continha explosivos fez duas vítimas mortais.
O cessar fogo foi rompido hoje, quando depois de meia hora da ligação feita aos bombeiros o carro explodiu, sem fazer vítimas, mas numerosos danos em veículos e edíficios e muito medo à população. Assim como uma cratera de três metros de diâmetro por um metro de profundidade.
Agora eu compreendi um fato que antes havia muito me intrigado: na nossa passagem por Madrid, na chegada a Espanha, ao entrarmos no terminal de trem para seguirmos para Valladolid, e só poderiam entrar no estacionamento os carros que tivessem seus porta malas revistados. Logo pensei que aquilo, além de amedrontador, não era nada eficiente, mas agora entendo que só o fato de manter o povo alerta já seja por si só eficiente, quando a impotência é a única que comanda a situação da população madrilenha.
Fonte das informações
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
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