“Uma sonrisa és el mejor camino para vencer la primera resistência hasta el outro”
É com a frase do homenageado repórter Ryszard Kapuscinski que comecei a me encantar pela exposição de fotos de Ismael Martínez, fotógrafo da Universidade de Navarra, "La Sonrisa de África" é o nome da mostra de fotos.
Em sua homenagem ao premiado e prestigiado jornalista Ryszard Kapuscinski, o fotógrafo conseguiu ser tão humano, natural e vivído quanto àquele que inspirou as fotos por meio de sua série de reportagens sobre dois pequenos países do oeste africano, Benin e Togo.
As imagens, de crianças, homens e mulheres africanos em momentos espontâneos e naturais, faz com que possamos nos sentir, mesmo que só por um momento, integrantes de uma só raça. A raça humana, aquela que busca a paz, e a felicidade no sorriso das crianças.
Entre belas fotos de Martínez, e os mais tocantes textos de Kapuscinski, descobri a vivacidade da África em uma das minhas primeiras noites na Espanha. Notei a importância dos contatos interhumanos, e o papel do jornalista como cidadão do mundo.
Sim, porque se um jornalista não está disposto a ver todos os cidadãos como uma única raça e o mundo como um todo, talvez essa não seja a profissão que eu tanto admiro. Então, eu como jornalista, acredito que possamos fazer as pessoas mais humanas como eu me senti hoje por meio dessas fotos que expressavam sorrisos sinceros da alma da humanidade.
A mistura de fotos extraordinárias com textos humanos e jornalísticos foi , para mim, como uma verdadeira aula de puro exercer desse tão admirado ofício. E a obrigação que a minha geração de colegas têm de romper os estereótipos formados pelos atuais meios de comunicação.
Imagens de um povo cheio de vivacidade e esperança de dias melhores, porque se lhes tiram a esperança, eles já não têm mais nada. Além da minha admiração e crença, claro, porque esse é o meu papel como pessoa, cidadã do mundo e como jornalista.
“Todo el lado humanista de nuestra escritura de reporteros radica em el esfurzo de transmitir la imagen del mundo auténtica, verdadeira, y no uma colección de esteriotipos” Ryszard Kapuscinski
É com a frase do homenageado repórter Ryszard Kapuscinski que comecei a me encantar pela exposição de fotos de Ismael Martínez, fotógrafo da Universidade de Navarra, "La Sonrisa de África" é o nome da mostra de fotos.
Em sua homenagem ao premiado e prestigiado jornalista Ryszard Kapuscinski, o fotógrafo conseguiu ser tão humano, natural e vivído quanto àquele que inspirou as fotos por meio de sua série de reportagens sobre dois pequenos países do oeste africano, Benin e Togo.
As imagens, de crianças, homens e mulheres africanos em momentos espontâneos e naturais, faz com que possamos nos sentir, mesmo que só por um momento, integrantes de uma só raça. A raça humana, aquela que busca a paz, e a felicidade no sorriso das crianças.
Entre belas fotos de Martínez, e os mais tocantes textos de Kapuscinski, descobri a vivacidade da África em uma das minhas primeiras noites na Espanha. Notei a importância dos contatos interhumanos, e o papel do jornalista como cidadão do mundo.
Sim, porque se um jornalista não está disposto a ver todos os cidadãos como uma única raça e o mundo como um todo, talvez essa não seja a profissão que eu tanto admiro. Então, eu como jornalista, acredito que possamos fazer as pessoas mais humanas como eu me senti hoje por meio dessas fotos que expressavam sorrisos sinceros da alma da humanidade.
A mistura de fotos extraordinárias com textos humanos e jornalísticos foi , para mim, como uma verdadeira aula de puro exercer desse tão admirado ofício. E a obrigação que a minha geração de colegas têm de romper os estereótipos formados pelos atuais meios de comunicação.
Imagens de um povo cheio de vivacidade e esperança de dias melhores, porque se lhes tiram a esperança, eles já não têm mais nada. Além da minha admiração e crença, claro, porque esse é o meu papel como pessoa, cidadã do mundo e como jornalista.
“Todo el lado humanista de nuestra escritura de reporteros radica em el esfurzo de transmitir la imagen del mundo auténtica, verdadeira, y no uma colección de esteriotipos” Ryszard Kapuscinski
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